Segunda, 20 de Junho de 2026

Por Juarez Alvarenga: o brasileiro não está preparado para enfrentar a segunda-feira

Os acontecimentos reais começam a desembargar sua carga na segunda feira. É o habitat natural da divisão da sociedade e do surrealismo humano. É quando o indivíduo precisa de seus atributos, para enfrentar, com dignidade e hierarquização sua posição no meio social.

Percebemos a generalizada desqualificação do brasileiro, pela falta de instrumentos de combater o quase determinismo fatal da pobreza.

Continua após a publicidade

 O trabalho informal no Brasil é um problema sério e abandonado pelas autoridades competentes.

Continua após a publicidade

São em quantidades numerosas os excluídos do trabalho digno.

Continua após a publicidade

Essa a massa amorfa, desqualificada, tosca e sem instrumentos de sobrevivência, fica totalmente perdida na segunda feira, onde o principal requisito é a preparação.

Continua após a publicidade

Em seu estado natural, em pleno século XXI esta massa de despreparados vê seus horizontes, cada vez, encurtar perpetuando a situação desfavorável.

Será que é possível uma reação da lapidação humana sob estes indigentes vítimas de uma realidade até aqui imutável.

Essa imensa fila de despreparados precisa ser diminuídas, com atitudes inteligentes e racionais. Deixar o seu estado natural, com artificialismo humano, é uma possível mudanças consistente.

Por isso, vemos que o brasileiro não está preparado para enfrentar o surrealismo da segunda feira. Falta sonhos, que os leva ao comodismo e instrumentos capazes de dominar sua realidade.

Com este exército de excluídos tornaremos uma nação de vítimas da ignorância humana.

O projeto socialista, com sua doutrinação fictícia está radicalmente fora de cogitação. O que resta é o crescimento econômico, quase a qualquer custo, com desenvolvimento.

Um indivíduo, mais qualificado com uma mente mais sonhadora, apesar da miserabilidade da realidade. Os sonhos são as pedras no estilingue que projeta, para frente o alvo da realidade.

O liberalismo, com extrema liberdade econômica, porém sem medo de instrumentalizar as massas.

Se as receitas socialistas são inviáveis, cabe ao estado infiltrar na formação do indivíduo, isolado e criando, uma nova massa com referencial social mudado.

Deixar as massas ao natural, sem preocupação com as bases, é perpetuar a paisagem de miseráveis, porém intervindo, excessivamente, é podar a produção, o negócio é acreditar no individuo com uma nova roupagem.

Se os progenitores do Vale do Silício treinam, antes de jogar mesmos com suas dadivas naturais pungentes, porque as massas são obrigado a entrar em campo, totalmente despreparados, sem treinar. Aí está o principal foco do problema. Ou quase determinismo fatal, de passar pela vida sem evoluir.

O brasileiro merece outra sorte. Não da segunda feira fúnebre e parasitária de seu progresso individual evolutivo.

É de co-responsabilidade, estado e individuo, formar um novo ciclo onde o destino humano tornar-se um processo contínuo de evolução permanente.

Que tenhamos uma segunda feira mais digna, mais proativa e mais produtiva, onde a dignidade humana instrumentaliza o indivíduo, para jogar com treino e não submeta o indivíduo a arbitrariedade de um determinismo eternizado.

Comentários